A Realidade do processo de adoção no Brasil

A Realidade do processo de adoção no Brasil

Muitas crianças órfãs ou separadas da família de origem estão abrigadas em centros de adoção em todo o país para aguardar o momento de integrar-se a um lar. Existe uma grande procura e também uma alta disponibilidade no processo de adoção, mas dados mostram um descompasso entre o perfil desejado pelos pais adotantes diante da realidade dos possíveis filhos.

No ano de 2017, o Cadastro Nacional de Adoção (CNA) registrou 7.626 crianças e jovens disponíveis para adoção, e 39.711 pessoas interessadas em acolhê-los. Neste ano, o registro é de 4.881 crianças e jovens cadastrados, sendo 40.306 o número de pessoas com interesse na adoção. Porém, dos disponíveis, 3.206 possuem irmãos e dos interessados, 26.556 desejam adotar apenas um filho com até 6 anos de idade.

Embora o número de interesse seja maior que o de crianças para adoção, a escolha por adolescentes e jovens, acompanhadas de seus irmãos ou que apresentam algum problema de saúde, é muito pequeno. A opção de registro de preferências, deixa esta considerável parcela com menos chances e esperanças de pertencerem a uma família.

O deputado Ricardo Izar incentiva a adoção de crianças e adolescentes, independente da idade e condição de saúde. Relembrando que todos merecem a chance de integrar uma família e conhecer a sensação de receber amor, carinho e acolhimento. Desta forma, muitas mamães poderão comemorar o seu dia com muito mais amor.

Confira como funciona o processo de adoção no Brasil. Clique aqui.

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