Diário do Poder: POLÍCIA PRENDE ‘LARANJA’ DO DOLEIRO ALBERTO YOUSSEF

Diário do Poder: POLÍCIA PRENDE ‘LARANJA’ DO DOLEIRO ALBERTO YOUSSEF

2/7/2014 – A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira, 1º, em São Paulo, o executivo João Procópio Junqueira Pacheco de Almeida Prado, suposto colaborador do doleiro Alberto Youssef, alvo maior da Operação Lava Jato investigação da Polícia Federal sobre lavagem de R$ 10 bilhões deflagrada em março de 2014.

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A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira, 1º, em São Paulo, o executivo João Procópio Junqueira Pacheco de Almeida Prado, suposto colaborador do doleiro Alberto Youssef, alvo maior da Operação Lava Jato investigação da Polícia Federal sobre lavagem de R$ 10 bilhões deflagrada em março de 2014.

No final de maio deste ano, a Suíça bloqueou US$ 5 milhões de uma conta ligada a Procópio, que está entre os 46 indiciados pela Polícia Federal no âmbito da Lava Jato. Youssef e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa também estão entre os indiciados.

Os alvos da Operação foram enquadrados por formação de organização criminosa, crimes contra o sistema financeiro nacional (operar instituições de câmbio sem autorização, falsa identidade em contrato de câmbio e evasão de divisas), falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Costa, que teve US$ 23 milhões bloqueados em contas ligadas a ele na Suíça, também é alvo de ação penal no país europeu, onde é acusado de lavagem de dinheiro. O ex-diretor da Petrobras está preso no Paraná. Procurada, a defesa de Procópio não foi localizada para comentar a prisão.

Youssef não vai depor no conselho de ética

O presidente do Conselho de Ética da Câmara, Ricardo Izar (PSD-SP), e o relator do processo contra André Vargas, deputado Júlio Delgado (PSB-MG), devem anunciar nesta terça-feira se adotarão nova estratégia para contornar a ausência do doleiro Alberto Youssef no depoimento previsto para amanhã. Youssef, que está preso em Curitiba, seria ouvido por videoconferência, mas a Justiça Federal do Paraná atendeu a pedido da defesa e cancelou a oitiva.

A decisão do juiz federal Sérgio Moro, segundo assessores do conselho, foi baseada no que a Justiça define como “economia processual”, pois o doleiro garantiu que não irá se pronunciar sobre o assunto. Youssef foi indicado como testemunha tanto pela relatoria do colegiado quanto pela defesa de Vargas.

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