O parlamentar explica que a utilização da reconstituição de porções de pele humana (denominada no projeto como “Pele humana Reconstituída” ou “PhR”) e seu uso como substrato para testes de avaliação dos possíveis efeitos corrosivos e/ou irritantes de substâncias químicas, cosméticas e farmacêuticas diversas é um processo consolidado. “Essa é uma prática já estabelecida pela comunidade científica internacional”, disse. A proposta também estabelece que seja vetada a veiculação de qualquer tipo de ato, publicidade ou apelo público no sentido da comercialização ou doação de fragmentos de tecidos do corpo humano. De acordo o deputado, o material utilizado seria de tecido epitelial humano (epiderme, derme, hipoderme, glândulas diversas e tecido conjuntivo associado) resultante de cirurgias plásticas realizadas em centros hospitalares. “É abundante o descarte de grandes porções de pele humana. O destino final desse material biológico é o descarte como lixo hospitalar e incineração”, esclarece Ricardo Izar. Para o deputado é possível utilizar PhRs na avaliação de diferentes testes cosméticos como efeitos de exposição e proteção à UVA e UVB, testes de irritação crônica e aguda, adesão bacteriana para triagem de antibióticos, toxicologia e farmacologia. “A Organização para Desenvolvimento e Cooperação Econômica- OECD, já aceita e tem validados protocolos que permitem o uso de PhRs para estudos de corrosão e irritação dérmica, entre vários outros métodos substitutivos”, conclui. O PL esta na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) para avaliação. Para conhecer o projeto na íntegra clique aqui. http://www.anda.jor.br/22/08/2014/projeto-estabelece-pele-humana-metodo-substitutivo-animais-testes

O parlamentar explica que a utilização da reconstituição de porções de pele humana (denominada no projeto como “Pele humana Reconstituída” ou “PhR”) e seu uso como substrato para testes de avaliação dos possíveis efeitos corrosivos e/ou irritantes de substâncias químicas, cosméticas e farmacêuticas diversas é um processo consolidado. “Essa é uma prática já estabelecida pela comunidade científica internacional”, disse.  A proposta também estabelece que seja vetada a veiculação de qualquer tipo de ato, publicidade ou apelo público no sentido da comercialização ou doação de fragmentos de tecidos do corpo humano. De acordo o deputado, o material utilizado seria de tecido epitelial humano (epiderme, derme, hipoderme, glândulas diversas e tecido conjuntivo associado) resultante de cirurgias plásticas realizadas em centros hospitalares. “É abundante o descarte de grandes porções de pele humana. O destino final desse material biológico é o descarte como lixo hospitalar e incineração”, esclarece Ricardo Izar.  Para o deputado é possível utilizar PhRs na avaliação de diferentes testes cosméticos como efeitos de exposição e proteção à UVA e UVB, testes de irritação crônica e aguda, adesão bacteriana para triagem de antibióticos, toxicologia e farmacologia. “A Organização para Desenvolvimento e Cooperação Econômica- OECD, já aceita e tem validados protocolos que permitem o uso de PhRs para estudos de corrosão e irritação dérmica, entre vários outros métodos substitutivos”, conclui.  O PL esta na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) para avaliação.  Para conhecer o projeto na íntegra clique aqui.  http://www.anda.jor.br/22/08/2014/projeto-estabelece-pele-humana-metodo-substitutivo-animais-testes

26/8/2014 – O deputado Ricardo Izar (PSD/SP) é autor do Projeto de Lei 5949/2013, que proíbe o abate de equinos [cavalos], equídeos [cavalo, pónei, asno ou burro e as zebras], mulas e jumentos em todo território nacional.

g n 323 4d2o - O parlamentar explica que a utilização da reconstituição de porções de pele humana (denominada no projeto como “Pele humana Reconstituída” ou “PhR”) e seu uso como substrato para testes de avaliação dos possíveis efeitos corrosivos e/ou irritantes de substâncias químicas, cosméticas e farmacêuticas diversas é um processo consolidado. “Essa é uma prática já estabelecida pela comunidade científica internacional”, disse.  A proposta também estabelece que seja vetada a veiculação de qualquer tipo de ato, publicidade ou apelo público no sentido da comercialização ou doação de fragmentos de tecidos do corpo humano. De acordo o deputado, o material utilizado seria de tecido epitelial humano (epiderme, derme, hipoderme, glândulas diversas e tecido conjuntivo associado) resultante de cirurgias plásticas realizadas em centros hospitalares. “É abundante o descarte de grandes porções de pele humana. O destino final desse material biológico é o descarte como lixo hospitalar e incineração”, esclarece Ricardo Izar.  Para o deputado é possível utilizar PhRs na avaliação de diferentes testes cosméticos como efeitos de exposição e proteção à UVA e UVB, testes de irritação crônica e aguda, adesão bacteriana para triagem de antibióticos, toxicologia e farmacologia. “A Organização para Desenvolvimento e Cooperação Econômica- OECD, já aceita e tem validados protocolos que permitem o uso de PhRs para estudos de corrosão e irritação dérmica, entre vários outros métodos substitutivos”, conclui.  O PL esta na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) para avaliação.  Para conhecer o projeto na íntegra clique aqui.  http://www.anda.jor.br/22/08/2014/projeto-estabelece-pele-humana-metodo-substitutivo-animais-testesO deputado Ricardo Izar (PSD/SP) é autor do Projeto de Lei 5949/2013, que proíbe o abate de equinos [cavalos], equídeos [cavalo, pónei, asno ou burro e as zebras], mulas e jumentos em todo território nacional. De acordo com o deputado, não existe uma criação de cavalos como atividade pecuária, no Brasil, para processamento da carne direcionada ao consumo humano. “Seu abate é feito em decorrência do consumo externo dessa carne ou para o descarte de animais considerados inúteis, vítimas do abandono e da exploração”, esclareceu.

Outro ponto citado pelo parlamentar é a forma de abate do animal. Assim como nos bovinos, é utilizada a pistola de atordoamento. Mas no caso dos cavalos o efeito não é o mesmo, o que gera mais sofrimento a espécie. “É ineficaz quando aplicada a cavalos, por exemplo, nesta espécie o crânio tem proporção diferente a do boi. Com isso é necessário vários tiros, que muitas vezes, são ineficientes para tornar o animal inconsciente antes da sangria. Falam que é um ‘abate humanitário’, mas não é”, explicou.

O PL aponta que até o ano passado existiam três abatedouros legalizados. Um deles é o Prosperidad, em Minas Gerais, reaberto em junho de 2013, com uma meta de abater e processar cerca de mil cavalos/burros por dia. “Não é possível continuarmos a ver essa situação em silêncio e omissos.”, disse Ricardo Izar.

Para conhecer a proposta na íntegra acesse o link abaixo:

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1109033&filename=PL+5949/2013

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