2018: 68 mil pessoas já foram diagnosticadas com câncer de próstata

2018: 68 mil pessoas já foram diagnosticadas com câncer de próstata

Nesse mês de novembro, vestimos a camisa azul da prevenção contra o câncer de próstata. Esse órgão é uma glândula pequena localizada abaixo da bexiga e na frente do reto. A próstata faz parte inicial da uretra e também é responsável por produzir parte do sêmen. Em 2018, já foram contabilizados mais de 68 mil casos novos casos, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Um dado alarmante mostra que a cada 38 minutos uma pessoa morre vítima dessa doença. No começo, a evolução é silenciosa, alguns pacientes não apresentam os sintomas comuns como dificuldade de urinar e necessidade de ir ao banheiro muitas vezes. Na fase mais avançada, provoca dor óssea, sintomas urinários, ou, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.

Geralmente, o tratamento requer cirurgia, radioterapia e em determinados casos um acompanhamento específico. No caso de metastática, – quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo, o tratamento mais usado é terapia hormonal.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) elencou dois tipos de estratégias para detectar o câncer; a primeira consiste em diagnosticar pessoas com o sintomas. Já a segunda estratégia é voltada para pessoas sem nenhum sintoma, portanto, que estão aparentemente saudáveis. Nesse caso, é realizado um rastreamento com exames de rotina (geralmente toque retal e dosagem Antígeno Prostático Específico), mas é importante ressaltar que ambas as escolhas devem ser conversadas com um médico, para que ele oriente da melhor maneira o paciente, expondo os prós e contras.

A doença é mais comum na terceira idade, visto que três quartos dos casos estão presentes no público masculino. Por isso, a partir dos 50 anos o paciente é orientado a começar a fazer o exame de toque retal. Pessoas que têm casos de câncer de próstata na família têm três a dez vezes mais chance de serem diagnosticados,  em comparação ao público geral.

Hábitos que podem ajudar na prevenção ou até mesmo antecipar o diagnóstico:

  • Realizar check-up pelo menos uma vez ao ano;

  • Praticar regularmente exercícios físicos por pelo menos 30 minutos;

  • Alimentação balanceada, rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais;

  • Diminuição do consumo de álcool e cigarro.

Conheça mais por meio da cartilha do INCA: https://bit.ly/2zYZt7J

 

Cadastre-se  aqui

Gostou deste conteúdo? Faça um comentário!

avatar
Fechar Menu